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terça-feira, 11 de setembro de 2012

A magia das histórias...


Contar uma história é recorrente, todos os dias temos histórias ou de manha ou tarde na nossa biblioteca, antes de dormir para dormirmos ainda melhor, ou mesmo num momento mais formal depois da sesta, para despertarmos calmamente, temos a hora do conto, mas às terças-feira à tarde temos uma tarde diferente com as histórias.

Às terças à tarde fazemos uma dinamização do conto, podemos contar uma história com fantoches, desenhar a história, ouvir a história em CD, mimar a história, ver a história em suporte digital ou até mesmo recorrer a acontecimentos, personagens ou elementos da história para dali retirar um efeito surpresa. Desta vez da história "Elmer e o arco-iris" saltou a trovoada, a gruta escura, (sabem ninguém se assustou foi tudo muito gradual) e alguns amigos mais chegados do Elmer que o ajudaram nesta aventura...

A capacidade de abstração e maior concentração é tal, que a dada altura quando abrimos a janela da sala, alguns esboçaram uns largos sorrisos dizendo: "Ah ... não está a chover!!!", "olha vi o arco-iris e a trovoada"... é a magia das histórias!!!!

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

A riqueza do Faz-de-conta...

“É no brincar, e talvez apenas no brincar, que a criança ou adulto fruem sua liberdade de criação.
Winnicott, D. W., 1975
A importância do faz-de-conta desde os primeiros anos de vida é oferecido, ensinado e proporcionado pelo adulto, existe uma relação muito natural, desde cedo, entre o real e o mundo da fantasia. Cabe-nos a nós, escola e família, promover essa acção tão rica que faz a criança envolver-se de uma forma segura e de acordo com as suas vivências, até então, entrar no mundo social.
Recriando o que se vê aprende-se, experimentando e sentido os materiais que nos envolvem crescemos. Na cozinha e quarto da nossa sala recriamos as interacções e acções dos crescidos, imitamos o que nos fazem: os cuidados, as brincadeiras, os mimos e até os ralhetes... "Ai, ai, ai", são os primeiros instintos da ficção na criança, imitando o que vê à sua volta.
Podemos dizer que existem três formas de pensamento representativo, a imitação, o jogo simbólico e a representação cognitiva. Neste momento estamos nitidamente a progredir do "estádio" da imitação para o "estádio" onde a acção e criação demonstram o nosso crescimento, estamos claramente a dar passos largos no desenvolvimento sensório-motor.
As imagens falam por si... e as expressões que usam diariamente entre eles e com os adultos espelham a evolução deste ano cheio de conquistas, alegrias e surpresas!

Vera Luís

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Capuchinho Vermelho


Ontem foi dia de dramatizar... tantas histórias novas na nossa sala mas um grupo de amigos preferiram ir buscar  uma caixa de dramatização, (disseram eles que era para se lembrarem da nossa Tânia...). 

Fiquei surpresa pois a História da Capuchinho Vermelho já foi várias vezes dramatizada na nossa sala... mas enfim... dei largas à imaginação e esperei que pudesse assistir a mais uma reprodução fidedigna deste maravilhoso conto tradicional, pois é ... mais uma surpresinha agradável!!! Entre todos combinaram que os meninos representariam as personagens femininas e as meninas as masculinas... 

Quando me apercebi exclamei:

BOA!!! GRANDE IDEIA... 

O Diogo sorrio para mim em tom de... "eu sei que te surpreendi" e a Inês C. gargalhou como quem diz... "por essa não esperavas tu... eu de lobo mau, logo eu que não lido nada bem com as crueldades destas figurinhas menos cor-de-rosa"

Mais uma tarde de animação cultural simplesmente genuína e muito muito divertida... é o que se espera na nossa sala! 







Queremos desde já agradecer à nossa Tânia e Leila que foram as mentoras destas fabulosas criações: as caixas de dramatização... na nossa escola temos várias, e como tudo, partilhamos com todas as salas ... é o sucesso é grantido em todas elas!!!