Também nós escolhemos o que mais gostarímos de guardar dentro dos nossos bolsos... uns quiseram guardar brinquedos, outros livros, o frasco e mel, o cão ou até mesmo o seu mano...
Nesta casa partilho... a corrida os lugares e as culturas da infância...
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quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Os bolsos de Marta...
Também nós escolhemos o que mais gostarímos de guardar dentro dos nossos bolsos... uns quiseram guardar brinquedos, outros livros, o frasco e mel, o cão ou até mesmo o seu mano...
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quarta-feira, 25 de setembro de 2013
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
A história que não queria ser livro...
Fomos assistir à peça teatral "A história que não queria ser livro", na Culturgest, e confessamos que as interpretações da sala da Vera foram várias...
1. A história andava a fugir porque só queria jogar ténis e não queria entrar para as folhas dos livros;
2.Os meninos das raquetes fugiram da história;
3.Os amigos só queriam brincar, não queriam ir para os livros.
No entanto, o que todos percebemos é que a história uniu dois amigos que andavam desencontrados e nós ficamos contentes por isso!!!
Foi uma manhã bastante divertida!
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terça-feira, 11 de setembro de 2012
A magia das histórias...
Contar uma história é recorrente, todos os dias temos histórias ou de manha ou tarde na nossa biblioteca, antes de dormir para dormirmos ainda melhor, ou mesmo num momento mais formal depois da sesta, para despertarmos calmamente, temos a hora do conto, mas às terças-feira à tarde temos uma tarde diferente com as histórias.
Às terças à tarde fazemos uma dinamização do conto, podemos contar uma história com fantoches, desenhar a história, ouvir a história em CD, mimar a história, ver a história em suporte digital ou até mesmo recorrer a acontecimentos, personagens ou elementos da história para dali retirar um efeito surpresa. Desta vez da história "Elmer e o arco-iris" saltou a trovoada, a gruta escura, (sabem ninguém se assustou foi tudo muito gradual) e alguns amigos mais chegados do Elmer que o ajudaram nesta aventura...
A capacidade de abstração e maior concentração é tal, que a dada altura quando abrimos a janela da sala, alguns esboçaram uns largos sorrisos dizendo: "Ah ... não está a chover!!!", "olha vi o arco-iris e a trovoada"... é a magia das histórias!!!!
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sábado, 19 de maio de 2012
Conta lá...
O Contalá é um site sobre livros e leitura voltado para o público infantil. Nos vídeo-books, são lidos livros infantis pela contadora de histórias, a Elsa Serra. O Contalá é um incentivo à leitura, um estímulo ao imaginário infantil.
Este é um site óptimo para divulgar os livros ilustrados de que tanto gostámos, de editoras maravilhosas, aquelas com olho para a coisa ! Cheio de palavras repletas de valores e mensagens e ilustrações que nos fazem viajar...
Entra ouve uma história e diverte-te!
Hoje é um dia de sorte...
http://www.contala.net/home.html
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Partilhando
quarta-feira, 25 de abril de 2012
domingo, 18 de março de 2012
domingo, 4 de março de 2012
Um cheirinho a Dia do Pai...
Para se deliciarem juntinhos....
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Ilustração...
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Hans Christian Andersen
Hoje é Dia Internacional do Livro Infantil e em homenagem a Hans Christian Andersen aqui vos deixo este delicioso conto...
Vídeo baseado no conto de fadas "A Pequena Vendedora de Fósforos" (The Little Match Girl / Seller) de Hans Christian Andersen, a animação usa uma técnica inédita que a faz parecer uma pintura em movimento, foi exibido na 8a. Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis .
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Dias especiais...
terça-feira, 16 de março de 2010
Histórias com sabor a tarte de amêndoa...
Ontem fomos visitados pela Mãe Florbela, (Mãe do Eduardo)... veio contar histórias e lanchar connosco!!!
A tarte de amêndoa... feita pela Mãe estava uma delicia ... (ficamos a aguardar pela receita) e as histórias essas foram a cereja no topo do bolo...... ;)
Parabéns à Mãe que se revelou uma grande contadora de Histórias e uma Cozinheira de mão cheia.... Obrigada Família!!!
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Visitas à nossa sala
domingo, 7 de março de 2010
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Onde vivem os Monstros...
Apetecia-me vê-lo... levá-lo para casa e enchê-lo de mimos...
Obrigada Petra!!!
domingo, 27 de dezembro de 2009
Super-Hiper Jesebel...
Esta história faz-nos reflectir... Tony Ross autor de grandes obras infantis, tais como, "Quero um Gato!", "Quero o meu jantar", "Eu quero Ser" e outras mais...tem o dom de nos divertir e ao mesmo tempo de nos pôr a pensar!
Aqui ... Jezebel é uma criança modelo, uma menina tão perfeita só podia mesmo merecer o apelido de Super-hiper "Super-Dooper". As ilações vêm no final da história... eu tirei as minhas... ser perfeito é subjectivo e nem sempre o melhor ... ou ainda ... o perfeito tem melhor sabor!!! Que me dizem???!!!
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Onde vivem os Monstros???
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Este livro entrou na sala há duas semanas atrás... as actividades e conversas deixaram todos muito elucidados sobre esta histórias de Monstros, Extra-terrestres, Bruxas e Fantasmas....
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Depois desta história chegámos à conclusão que estes seres fantásticos, podem ser como nós quisermos pois são fruto da nossa imaginação... e imaginar é como o faz-de-conta ... é estar longe da realidade e da verdade... mas por vezes faz bem!!!
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Encontrei este vídeo delicioso e não resisti, este fica para os meus meninos, para os manos e manas mais velhos e também para a família....
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quinta-feira, 11 de junho de 2009
A Princesa e a Ervilha...

Era uma vez um príncipe que queria casar com uma princesa — mas tinha de ser uma princesa verdadeira. Por isso, foi viajar pelo mundo fora para encontrar uma, mas havia sempre qualquer coisa que não estava certa. Viu muitas princesas, mas nunca tinha a certeza de serem genuínas havia sempre qualquer coisa, isto ou aquilo, que não parecia estar como devia ser. Por fim, regressou a casa, muito abatido, porque queria uma princesa verdadeira.
Uma noite houve uma terrível tempestade; os trovões ribombavam, os raios rasgavam o céu e a chuva caía em torrentes — era apavorante. No meio disso tudo, alguém bateu à porta e o velho rei foi abrir.
Deparou com uma princesa. Mas, meu Deus!, o estado em que ela estava! A água escorria-lhe pelos cabelos e pela roupa e saía pelas biqueiras e pela parte de trás dos sapatos. No entanto, ela afirmou que era uma princesa de verdade.
— Bem, já vamos ver isso — pensou a velha rainha. Não disse uma palavra, mas foi ao quarto de hóspedes, desmanchou a cama toda e pôs uma pequena ervilha no colchão. Depois empilhou mais vinte colchões e vinte cobertores por cima. A princesa iria dormir nessa cama.
De manhã, perguntaram-lhe se tinha dormido bem.
— Oh, pessimamente! Não preguei olho em toda a noite! Só Deus sabe o que havia na cama, mas senti uma coisa dura que me encheu de nódoas negras. Foi horrível.
Então ficaram com a certeza de terem encontrado uma princesa verdadeira, pois ela tinha sentido a ervilha através de vinte edredões e vinte colchões. Só uma princesa verdadeira podia ser tão sensível.
Então o príncipe casou com ela; não precisava de procurar mais. A ervilha foi para o museu; podem ir lá vê-la, se é que ninguém a tirou.
Uma noite houve uma terrível tempestade; os trovões ribombavam, os raios rasgavam o céu e a chuva caía em torrentes — era apavorante. No meio disso tudo, alguém bateu à porta e o velho rei foi abrir.
Deparou com uma princesa. Mas, meu Deus!, o estado em que ela estava! A água escorria-lhe pelos cabelos e pela roupa e saía pelas biqueiras e pela parte de trás dos sapatos. No entanto, ela afirmou que era uma princesa de verdade.
— Bem, já vamos ver isso — pensou a velha rainha. Não disse uma palavra, mas foi ao quarto de hóspedes, desmanchou a cama toda e pôs uma pequena ervilha no colchão. Depois empilhou mais vinte colchões e vinte cobertores por cima. A princesa iria dormir nessa cama.
De manhã, perguntaram-lhe se tinha dormido bem.
— Oh, pessimamente! Não preguei olho em toda a noite! Só Deus sabe o que havia na cama, mas senti uma coisa dura que me encheu de nódoas negras. Foi horrível.
Então ficaram com a certeza de terem encontrado uma princesa verdadeira, pois ela tinha sentido a ervilha através de vinte edredões e vinte colchões. Só uma princesa verdadeira podia ser tão sensível.
Então o príncipe casou com ela; não precisava de procurar mais. A ervilha foi para o museu; podem ir lá vê-la, se é que ninguém a tirou.
Aqui têm uma bela história de Hans Christian Andersen ...
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